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À Última Luz
 

É interessante o que um filme pode fazer com as pessoas, e mais aindo o que uma série de filmes podem fazer.

 Eu já faz algum tempo estou preso numa série de pensamentos esquisitos sobre o meu futuor, o que fazer, o que não fazer, como viver, o que viver. Como é estranho quando tudo está alí pra ti, quando a gente pensa verdadeiramente que o querer é poder. óbvio que não é bem assim, mas o que importa é que de certa forma tb se pode influenciar na substâncio do que seé para se transformar o que se deve ser, ou o que se quer ser.

Pergunto-me sempre sobre o que o mundo precisa, de que tipo de pessoa, como devemos viver. Sei que tudo é muito filosófico, sem uma aplicação fática momentânea, porém é a única coisa que faz sentido na minha vida e me desculpem, acho que nada vida de todos. Um amigo meu a algum tempo atrás me falou que o sentido da vida é um constante procurar de sentido e que o encontrar é muito difícil. Podendo ser uma pessoa, um sentimento, uma sensação, ou mesmo a própria constância. Não sei se é verdade, não obstante é o que eu sinto nesnte momento.

Acabei de ver um filme Holandês chamado Irmãs gêmes - por sinal, é muito bom - e ele me fez refletir mais uma vez em uma das coisas que me atormenta já a algum tempo; leia-se aqui uma vida inteira, noentanto, para específicar as conclusões a alguns meses, desde o início do ano. Fez-me ver o mesmo fato de que o mundo não pode ser feito de certezas pré-programadas, encontradas por um ou dois que dominam e acabam por impô-las. Por mais tentadras que possam parecer não podem ser a verdade, jamais. É incrível a tentação que nos é dizer que se sabe algo e que os outros não, porque é como o mundo nos aparece, como se a razão fosse una e as respostas já prontas, nos bastabdo procurá-las e no fim, por óbvio, encontrá-las, meramente a mercê de alguém mais atento.

O que vejo é que não deve ser assim. Pq tudo indica o contrário, as verdades supostas, impostas, acabam por levar muito a morte e a destruição de inúmeras vidas, isso só pode ser um fato de que algo de errado existe. Voltando ao filme, o que ele mostra nada mais é do que um retrato exeplificado disso. Usa a segunda guerra como pano de fundo para a chancela de vidas que se separam e ódios que aparecem por causa de certezas absolutas, criadas e tronadas com o nobre sentido de verdade. O que eu posso dizer, a segunda grande guerra, com certeza é o exemplo mais lembrado, mas é muito longe de nós, mantendo entre uns e outros ( inclusive eu já fui seduzido, admito) no âmbito da tentação de possuir um saber, desvinculado, fora, alheio, que todos os outros não conseguiram contemplar.

O que se deve lembrar, são dos pequenos fatos de nossa vida bipartida em liberdade de escolha e liberdade de caminho. Um se luta para ter e o outro se vende. Parece ser que o melhor  e o necessário é o primeiro, o outro mero auxiliar. O que me é deixado por filmes tortuosos, que tentam realmente nos trazer a tona o terror, é a que misturam e relegam as duas. Acabam por fim chancelando o erro de escolher e não de dizer o que é necessário e lógico. Falar que a existência de uma só será verdadeira se a outra também estiver alí, não como mero apêndice, mas como certeza e participação.

O meu refletir é sobre o que fazer do meu futuro, parece agora que tudo me chama para defender ambos, não sei como nem porque, ,as só sei que me sinto impulsionado a sentir a terra em minhas mãos; o sangue sendo jorrado por minhas veias abertas depois da batalha, semtindo os calos desaparecendo com o longo destruir de sua existência. Ainda só vislumbro o que fazer, o caminho com certeza não está claro, o que sei é que de todo não estou errado, nem que estou certo. Descubri que alguns ajustes devem ser feitos, ainda não sei como, mas impera a certeza da necessidade e a clareza da vontade.

Desculpem a verborragia e a inconsistência, talvez ninguém me entenda, mas eu precisava escrever, comunicar, ainda estou a descobrir porque.

 



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